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Em Natal, encontro multidisciplinar discute uso da tecnologia na saúde

1ª Conferência Internacional de Inovação Tecnológica em Saúde do LAIS reúne pesquisadores brasileiros e europeus para debater soluções para o setor

Natal foi palco das principais discussões entorno da inovação na saúde, reunindo alguns dos principais nomes mundiais do assunto. Os debates ocorreram entre os dias 21 e 23 de agosto, durante a 1ª Conferência Internacional de Inovação Tecnológica em Saúde, uma promoção do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde da UFRN (LAIS).

O evento foi presidido pelo coordenador do LAIS, professor doutor Ricardo Valentim, e teve a participação de pesquisadores importantes do setor. Dentre eles, o secretário geral do ICDE, Gard Titlestad, além da pesquisadora Anne Boyer, da Universidade de Lorraine, na França; e dos brasileiros Adriano Massuda (UFPR), Lucas Cassiano (MIT) e Ricardo Cury (Miami Baptist Cardiac & Vascular Institute).

A conferência reuniu pesquisadores, profissionais e acadêmicos da área da saúde para debater temas diversos, bem como o compartilhamento de experiências pessoais por parte dos convidados.
Uma das palestras mais aguardadas foi a proferida por Gard Titlestad, tendo como tema “Inovação e educação transformadora para um mundo sustentável”. Durante sua fala, o Secretário Geral do ICDE ressaltou que o conceito de inovação é amplo, e constitui uma plataforma importante para a transformação social. “A minha visão para inovação é que ela deve ter um acesso barato, com as pessoas na liderança da transformação digital para o futuro sustentável que desejamos. E o Brasil é a terra da esperança e da inovação", disse.

Para o professor doutor Ricardo Valentim, a conferência foi importante por discutir aqueles que são os três principais pilares da inovação. “Na conferência nós discutimos tecnologia, assistência e educação permanente em saúde. Em um evento de três dias, nós pudemos debater esses três pilares essenciais. É preciso formar bem, ter pessoas com alto nível de formação para oferecer o que o mercado precisa. Não há competitividade se não conseguimos formar bem as pessoas”, afirmou.

29 de agosto de 2017